Notícia / EsporteFazia mais de um ano, desde que entregou a taça da Libertadores de 2010 a Bolívar, capitão do Inter, que Pelé não colocava os pés no Beira-Rio. Aconteceu na manhã desta sexta-feira, e pouca coisa mudou no estádio desde então. Com as obras paradas há quatro meses, a casa colorada recebeu o Rei em meio à expectativa pela retomada das reformas. A dependência é a assinatura do contrato entre o clube e a construtora Andrade Gutierrez.
Pelé, embaixador honorário da Copa, chegou ao Beira-Rio com 40 minutos de atraso, acompanhado pelo ministro do Esporte, Orlando Silva, e autoridades gaúchas envolvidas com a organização do Mundial. Antes, ele teve encontro com o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro. No estádio, o Rei foi recebido pela diretoria colorada, incluindo o presidente do clube, Giovanni Luigi, e o diretor-técnico Fernandão.
O embaixador logo foi levado a um gabinete, onde assistiu a um vídeo institucional. Em seguida, iria para o gramado. Ali, veria a parte do estádio demolida, que já começou a receber as novas arquibancadas – mas que não evolui desde maio.
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| Pelé e Orlando Silva chegam ao Beira Rio (Foto: Alexandre Alliatti / GLOBOESPORTE.COM) |